sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Guerras contra a Europa


"Os mais intensos afrontamentos(...),os choques mais perigosos no futuro podem provir da interacção da arrogância ocidental,da intolerância islâmica e da auto-afirmação chinesa" Samuel Huntigton in Choque de Civilizações--------------------------------------------------------------------------- "Organização imposta à Aliança Atlântica e que não é senão a subordinação política da Europa Ocidental aos Estados Unidos da América" Charles de Gaulle a respeito da OTAN (NATO)----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- "Djiad(radicalismo islâmico)e McWorld(interesses americanos)têm um ponto em comum: eles estão,ambos,em guerra contra o Estado-Nação soberano(...)Djiad revolta-se contra McWorld mas é também sua cúmplice(...)Na realidade,estas duas dinâmicas,aparentemente opostas,parecem trabalhar secretamente para o mesmo objectivo,e o beneficiário não será a democracia". Benjamim R. Barber in Djiad Versus McWorld,Mundialização e Integrismo contra a Democracia

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

A Utopia Igualitária 3.0



https://aligadasombras.blogspot.pt/2015/08/a-revolucao-dos-bichos-reproduzo-na.html   --- Reproduzo na íntegra - com pequenos destaques meus - uma postagem de Rodrigo Constantino sobre o aniversário de um clássico: A Revolução dos Bichos, de George Orwell (o mesmo autor de 1984). Se você ainda não leu, faça-o. É um livro curto, mas essencial.
Ah, NÃO caia na tentação de substituir o livro pelo filme, que reduz a importância da obra a uma comédia de Sessão da Tarde, com animais mascando chiclete e uma dublagem horrível.
Assim como em "1984" e em "Admirável Mundo Novo", de Aldous Huxley, em vários momentos da leitura temos a impressão de estar lendo as notícias do dia...continua no link acima

(actualizado em 12-12-2016)

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Democracia?


O futuro vai ser radiante com esta gente(muitos deles estão nas ruas das cidades americanas a vandalizar e a contestar uma eleição livre)diz o Francisco Viegas sem mencionar os motins pós eleição http://www.cmjornal.pt/opiniao/colunistas/francisco-jose-viegas/detalhe/20161110_2349_blog

Toda vez que você se encontrar do lado da maioria, é hora de parar e refletir.” 




Na passada terça-feira de manhã, ao ler as últimas estatísticas disponíveis, sabíamos que Trump tinha cerca de 35% de probabilidade de ganhar. Não era o acontecimento mais provável. Mas era um acontecimento algo possível. A onda de choque que o mundo viveu umas horas depois é diretamente proporcional à arrogância das elites progressistas. Não quiseram ou não conseguiram perceber o mundo que os rodeia. Andaram meses a diabolizar o adversário e a dizer que só os idiotas e os deploráveis votavam naquilo. Confundiram o desejo com a realidade. Viveram dos preconceitos. Afinal as mulheres votam Trump. Afinal os afroamericanos e os latinos não gostam assim tanto de Clinton. Afinal os brancos educados são fiéis ao Partido Republicano. Afinal, afinal. Presa no seu labirinto de superioridade moral ebig data, uma combinação curiosa, a candidatura de Hillary Clinton insistiu em viver numa bolha. Uma bolha que convenceu o resto do mundo porque o resto do mundo queria ser convencido. E agora estão chocados.

Perdeu Hillary Clinton. Mas há derrotas ainda mais duras. Comecemos pela própria comunicação social progressista. O NYT, a CNBC, a CNN, entre muitos. Não só apoiaram Clinton como era tradicional. Desta vez, estes meios de comunicação foram parte ativa da estratégia de campanha. Em nome de uma qualquer superioridade ética, entenderam que todos os meios justificam o fim (a eleição de Hillary Clinton). Os focus groups onde os apoiantes de Clinton eram sempre maioritários. As sondagens sobre os três debates onde os democratas tinham sempre 60% da amostra e Clinton ganhava tudo. Os painéis na CNN onde Clinton tinha três ou quatro pessoas, Trump duas como máximo. Os Republican for Clinton que não contam eleitoralmente, mas estavam nos plateaus televisivos (afinal os Trump Democrats foram a descoberta da noite eleitoral pois na comunicação social progressista nunca existiram). Com a ajuda de uma leitura enviesada das estatísticas e do big data que diziam conhecer, o NYT, a CNBC e a CNN, entre outros, criaram e alimentaram uma realidade paralela. A América está profundamente dividida como sempre esteve (os números finais apontam para um empate entre os dois grandes candidatos nos 48%), mas os meios de comunicação progressistas sonhavam com o landslide da sua candidata. Deu no que deu.
Nuno Garoupa  Professor na Texas A&M University (apoiante de Johnson,outro candidato presidencial)

domingo, 16 de outubro de 2016

Nova Ordem Mundial

https://www.youtube.com/watch?v=bd9-8e0Ek7c

https://www.youtube.com/watch?v=lmS18LJXSWY


Nova Ordem Mundial - Conscendo Sodalitas

www.conscendo.org/textos/sodalitas/texto200.asp

Ouçam o banqueiro, Paul Warburg: "Nós teremos um governo mundial, quer vocês queiram ou não.A única questão é se tal governo se estabelecerá pela força ou pelo consenso."

http://www.nunes3373.com/news/os-blocos-politicos-que-conspiram-para-a-nova-ordem-mundial/

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Agentes do Caos



http://a4guerramundial.blogspot.pt/2016/10/agentes-do-caos.html

https://esquerdopatia.blogspot.pt/2012/11/o-que-e-esquerdopatia.html



http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/11833-a-esquerda-e-o-isla-de-maos-dadas.html